Programa de índio

Junte uma família de bobeira num domingo a noite e um pai de bom humor e com fome, o que dá? Uma visita à pizzaria, ora essa! Acontece que minha mãe saiu de lá com cara de quem comeu e não gostou (literalmente), tudo porque ela é chegada em pizza de massa grossa, mas, para a minha felicidade, o estabelecimento onde nós jantamos naquela noite serve pizzas de massa super fina.

Ela passou todo o caminho de volta pra casa reclamando, mas ninguém poderia imaginar onde a conversa iria parar…

_ Hoje não porque já está tarde, mas amanhã mesmo vou fazer uma pizza de verdade pra mim comer!

_ “Mim” não come! É “pra eu comer”!_ corrigiu minha irmã.

_ Mas “mim” como sim! “Mim” é índio!

_ E quem disse que índio fala assim? Índio fala Tupi-Guarani!

Ê, ê, ê! Índio quer apito, se não der, nem te conto...

Ê, ê, ê! Índio quer apito, se não der, nem te conto...

Por mais sem pé nem cabeça que isso seja, acabei me lembrando de outra coisa: Porque quando a gente se refere a um programa furada total, chamamos de “programa de índio”? Vai dizer que índio além de falar errado também não se diverte? E aquele monte de dancinhas ao redor da fogueira? Se não fosse super divertido acho que eles já tinham parado com isso a um tempinho…

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