Uma aula de geografia

As pessoas envolvidas nessa conversa vão com certeza estranhar a rapidez que esta veio parar aqui, mas não podia deixar os detalhes irem se apagando. Não me pergunte como, mas o assunto foi parar no Acre. Foi algo mais ou menos assim:

(…)

_ Mas o Acre não existe!

_Claro que existe! O pai do marido de uma amiga minha tinha uma escola lá.

_Você quer dizer o sogro dela.

_O Acre foi um presente de grego!

_Presente nada, foi comprado!

_Pior que o Acre só o Espirito Santo.

_Mas porque?

_O que tem no Espirito Santo, tirando a fábrica da Garoto?

_Só sabe isso porque viu no Big Brother.

_Tem praia. A população de Minas Gerais migra pra lá no verão. E durante o ano letivo vai pra UNIRIO.

_Por que não dividiram a terra meio a meio pra Bahia e pro Rio de Janeiro?

_Nada! Dá pra Minas então coitados, eles não tem praia e os mineiros já estão lá mesmo.

(…)

Depois disso a conversa ainda incluiu as melhores técnicas de se limpar o umbigo, animais ruminantes  e  sanduiches do Subway. Quem precisa de coesão?

2 comentários

  1. Ahh, muito bom!

    Também acho que o Espírito Santo deveria pertencer ao estado de Minas Gerais, exceto a fábrica, é claro!

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